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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66920

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dc.contributor.advisorCORREIA, Walter Franklin Marques-
dc.contributor.authorSILVA, Jullian Cristini Araújo-
dc.date.accessioned2025-11-19T13:56:36Z-
dc.date.available2025-11-19T13:56:36Z-
dc.date.issued2025-10-06-
dc.identifier.citationSILVA, Jullian Cristini Araújo. Inteligência artificial no design de produtos digitais: uma análise exploratória de ferramentas voltadas à criatividade e à prototipação. 2025. Dissertação (Mestrado em Design) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66920-
dc.description.abstractEsta dissertação investiga como profissionais de UX/UI Design incorporam ferramentas de Inteligência Artificial (IA) em seus processos criativos e quais impactos percebem sobre criatividade, eficiência e identidade profissional. A IA evoluiu de ferramenta técnica para agente generativos ativos. Sistemas como ChatGPT, Figma AI, Midjourney e Adobe Firefly permitem gerar protótipos, sugerir variações visuais e apoiar decisões criativas. Essa integração traz benefícios de produtividade, mas também dilemas éticos, questões de autoria e riscos de homogeneização estética. A pesquisa adotou abordagem exploratória com métodos mistos. Foi aplicado questionário estruturado a 60 profissionais de UX/UI Design no Brasil (janeiro-março/2025), abordando perfil, frequência de uso, ferramentas utilizadas e percepções. Os dados quantitativos receberam tratamento estatístico descritivo, enquanto as respostas abertas passaram por análise de conteúdo segundo Bardin. Também foi desenvolvida ficha técnica das ferramentas citadas. O ChatGPT domina o uso (59 menções), seguido por Figma AI (34), Midjourney/DALL·E (16) e Adobe Firefly (10). A maioria declarou-se iniciante ou intermediária, mas utiliza IA frequentemente, principalmente em documentação, ideação, pesquisa e prototipagem. Três categorias emergiram: transformações na criatividade (ampliação de repertórios, mas risco de repetição); processos de automação (ganho de tempo versus dependência); e reconfigurações da identidade profissional (designer como curador). Surgiram preocupações sobre viés algorítmico, transparência, privacidade e autoria. A IA apoia e acelera, mas a decisão final permanece humana. Essa transição exige competências híbridas combinando técnica, pensamento crítico e ética. A principal contribuição está em evidenciar que a adoção da IA reorganiza práticas, valores e identidades profissionais. A pesquisa oferece recomendações para formação, mercado e governança, defendendo que designers atuem como copilotos críticos integrando inovação com responsabilidade.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectInteligência Artificialpt_BR
dc.subjectUX designpt_BR
dc.subjectPrototipaçãopt_BR
dc.titleInteligência artificial no design de produtos digitais: uma análise exploratória de ferramentas voltadas à criatividade e à prototipaçãopt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0903990647432969pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3252289006108114pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Designpt_BR
dc.description.abstractxThis dissertation investigates how UX/UI Design professionals incorporate Artificial Intelligence (AI) tools into their creative processes and what impacts they perceive on creativity, efficiency, and professional identity. AI has evolved from a technical tool to an active generative agent. Systems such as ChatGPT, Figma AI, Midjourney, and Adobe Firefly enable prototype generation, visual variation suggestions, and support for creative decisions. This integration brings productivity benefits but also ethical dilemmas, authorship issues, and risks of aesthetic homogenization. The research adopted an exploratory approach with mixed methods. A structured questionnaire was administered to 60 UX/UI Design professionals in Brazil (January-March/2025), addressing profile, frequency of use, tools employed, and perceptions. Quantitative data received descriptive statistical treatment, while open responses underwent content analysis according to Bardin. A technical analysis sheet of the cited tools was also developed. ChatGPT dominates usage (59 mentions), followed by Figma AI (34), Midjourney/DALL·E (16), and Adobe Firefly (10). Most respondents declared themselves beginners or intermediate users but frequently use AI, mainly in documentation, ideation, research, and prototyping. Three categories emerged: transformations in creativity (repertoire expansion but risk of repetition); automation processes (time savings versus dependency); and reconfigurations of professional identity (designer as curator). Concerns arose regarding algorithmic bias, transparency, privacy, and authorship. AI supports and accelerates, but the final decision remains human. This transition requires hybrid competencies combining technical skills, critical thinking, and ethics. The main contribution lies in demonstrating that AI adoption reorganizes practices, values, and professional identities. The research offers recommendations for education, market, and governance, advocating that designers act as critical co-pilots integrating innovation with responsibility.pt_BR
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