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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66805

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dc.contributor.advisorMONTE-SILVA, Kátia-
dc.contributor.authorRITHIELY, Beatriz-
dc.date.accessioned2025-11-11T12:29:05Z-
dc.date.available2025-11-11T12:29:05Z-
dc.date.issued2025-08-29-
dc.identifier.citationRITHIELY, Beatriz. Neuromodulação não invasiva para o tratamento da função motora de pessoas pós Acidente Vascular Cerebral: Uma umbrella review. 2025. Dissertação (Mestrado em Fisioterapia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66805-
dc.descriptionRITHIELY, Beatriz, também é conhecida em citações bibliográficas por SILVA, Beatriz Rithiely Henrique Ramos dapt_BR
dc.description.abstractIntrodução: a recuperação de indivíduos pós-AVC ainda é um desafio, mesmo para aqueles que estão em processo de reabilitação, e continuam enfrentando limitações motoras significativas. Por causa disso, as técnicas de estimulação cerebral não invasiva (NIBS, do inglês, non invasive brain stimulation), particularmente a estimulação magnética transcraniana repetitiva (rTMS, do inglês, repetitive transcranial magnetic stimulation) e a estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS, do inglês, transcranial direct current stimulation), têm sido estudadas e demonstram benefícios na recuperação e incapacidades sensório-motoras nessa população. No entanto, revisões sistemáticas frequentemente chegam a conclusões conflitantes, mesmo abordando desfechos semelhantes, ressaltando a necessidade de uma umbrella review. Objetivo: sintetizar, com base nos principais domínios da estrutura da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), as melhores evidências disponíveis sobre a eficácia e a segurança da NIBS para melhorar o comprometimento motor e a incapacidade após AVC. Métodos: foi realizada uma umbrella review (PROSPERO: CRD42021239577) que incluiu meta-análises de ensaios controlados que investigaram os efeitos da NIBS em pacientes pós-AVC, retirados do PubMed/MEDLINE no período de fevereiro de 2020 a julho de 2025. A qualidade metodológica foi avaliada usando o AMSTAR-2 e na avaliação da qualidade da evidência foi utilizado o GRADE-pro. Os resultados foram mapeados para os domínios de estrutura/função corporal e atividade da CIF. Resultados: Foram incluídos 56 estudos, que avaliaram exclusivamente rTMS e tDCS. A qualidade metodológica foi considerada alta ou moderada em 85,7% das meta-análises, enquanto em 14,3% dos estudos a qualidade da evidência foi classificada como baixa ou muito baixa. A aplicação da rTMS demonstrou benefícios nas atividades de vida diária (AVD) (Standardized Mean Difference - SMD = –0,82; IC 95% –1,05 a –0,59), no comprometimento motor dos membros superiores (SMD = –0,32; IC 95% –0,55 a –0,09) e na mobilidade (SMD = –0,97; IC 95% –1,28 a –0,66). No entanto, apenas uma revisão envolvendo rTMS apresentou evidência de qualidade moderada para AVD. Já para a tDCS, no desfecho de comprometimento motor, foram observados tamanhos de efeito variando de pequeno (SMD = –0,22; IC 95% –0,32 a –0,12) a grande (SMD = –1,54; IC 95% –2,78 a –0,29) e na atividade de membros superiores (SMD = –0,31; IC 95% –0,55 a –0,01), mas com evidências de qualidade muito baixa. Os resultados para AVD e mobilidade com tDCS, porém, mostraram-se inconsistentes e na maioria das vezes não significativos. Conclusão: a rTMS esteve mais frequentemente relacionada a tamanhos de efeito moderados a altos nos desfechos de estrutura e função corporal, em especial na função neurológica geral. Em contrapartida, a tDCS apresentou apenas pequenos efeitos na recuperação motora, com evidência de muito baixa qualidade em razão da heterogeneidade, da imprecisão e da variabilidade dos protocolos utilizados. No domínio da atividade, os efeitos da NIBS foram menores, sendo a rTMS a técnica que demonstrou resultados mais consistentes para as AVD. Já os efeitos da tDCS mostraram-se em geral limitados e sustentados por evidências de baixa a muito baixa certeza.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectmeta-análisept_BR
dc.subjectAVCpt_BR
dc.subjectrevisão sistemáticapt_BR
dc.titleNeuromodulação não invasiva para o tratamento da função motora de pessoas pós Acidente Vascular Cerebral: uma umbrella reviewpt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.advisor-coSHIRAHIGE, Lívia-
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0967893931401666pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1081515399161086pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Fisioterapiapt_BR
dc.description.abstractxIntroduction: the recovery of post-stroke individuals remains a challenge, even for those undergoing rehabilitation and still facing significant motor limitations. Therefore, non-invasive brain stimulation (NIBS) techniques, particularly repetitive transcranial magnetic stimulation (rTMS) and transcranial direct current stimulation (tDCS), have been studied and demonstrated benefits in recovery and sensorimotor impairments in this population. However, systematic reviews often reach conflicting conclusions, even when addressing similar outcomes, highlighting the need for an umbrella review. Objective: To synthesize, based on the main domains of the International Classification of Functioning, Disability and Health (ICF) framework, the best available evidence on the efficacy and safety of NIBS for improving motor impairment and disability after stroke. Methods: an umbrella review (PROSPERO: CRD42021239577) was conducted, including meta-analyses of controlled trials investigating the effects of NIBS in post-stroke patients, retrieved from PubMed/MEDLINE from February 2020 to July 2025. Methodological quality was assessed using AMSTAR-2, and GRADE-pro was used to assess the quality of evidence. The results were mapped to the ICF body structure/function and activity domains. Results: fifty-six studies were included, which exclusively evaluated rTMS and tDCS. The methodological quality was considered high or moderate in 85.7% of the meta-analyses, while in 14.3% of the studies the quality of the evidence was classified as low or very low. The application of rTMS demonstrated benefits in activities of daily living (ADL) (Standardized Mean Difference - SMD = –0.82; 95% CI –1.05 to –0.59), in upper limb motor impairment (SMD = –0.32; 95% CI –0.55 to –0.09) and in mobility (SMD = –0.97; 95% CI –1.28 to –0.66). However, only one review involving rTMS presented moderate-quality evidence for ADL. For tDCS, in the outcome of motor impairment, effect sizes ranging from small (SMD = –0.22; 95% CI –0.32 to –0.12) to large (SMD = –1.54; 95% CI –2.78 to –0.29) were observed, and in upper limb activity (SMD = –0.31; 95% CI –0.55 to –0.01), but with very low quality evidence. The results for ADL and mobility with tDCS, however, were inconsistent and mostly non-significant. Conclusion: rTMS was most frequently associated with moderate to large effect sizes on body structure and function outcomes, especially general neurological function. In contrast, tDCS showed only small effects on motor recovery, with very low-quality evidence due to the heterogeneity, imprecision, and variability of the protocols used. In the activity domain, the effects of NIBS were smaller, with rTMS demonstrating the most consistent results for ADL. The effects of tDCS were generally limited and supported by low- to very low-certainty evidence.pt_BR
dc.contributor.advisor-coLatteshttp://lattes.cnpq.br/4809706864250940pt_BR
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Fisioterapia

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