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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6596

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dc.contributor.advisorSILVA, Luiz Maurício dapt_BR
dc.contributor.authorBARBOSA, Adriana Braga de Goespt_BR
dc.date.accessioned2014-06-12T18:06:18Z
dc.date.available2014-06-12T18:06:18Z
dc.date.issued2006pt_BR
dc.identifier.citationBraga de Goes Barbosa, Adriana; Maurício da Silva, Luiz. Determinação do polimorfismo das seqüências de DNA mitocondrial humano na população de Alagoas, Brasil. 2006. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Genética, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2006.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6596
dc.description.abstractA análise das seqüências de DNA mitocondrial humano (mtDNA) tem sido uma ferramenta muito útil na genética forense devido às características especiais do mtDNA como herança materna, ausência de recombinação e alto número de cópias por célula. O objetivo deste trabalho foi determinar o polimorfismo das regiões hipervariáveis 1 e 2 do mtDNA humano na população de Alagoas, Brasil. Para isso, foram seqüenciados 167 mtDNAs de indivíduos não relacionados desta população para análise dos dois segmentos hipervariáveis, HV1 e HV2, da região controle. A heteroplasmia de comprimento, nas regiões de trechos de citosina repetidas em HV1/HV2, foi observada em 22% (37/167) e 11% (19/167) da amostra, respectivamente. Dos 123 segmentos de HV1 e HV2 restantes, um total de 110 haplótipos diferentes foram encontrados, sendo determinados por 128 posições variáveis. O haplótipo mais freqüente (16111, 16223, 16290, 16319, 16362, 73, 146, 153, 235, 263, 309.1C, 315.1C - haplogrupo A) foi econtrado em cinco indivíduos, seguido por um haplótipo compartilhado por três indivíduos e um haplótipo compartilhado por duas pessoas em sete ocorrências diferentes (frequência de 1,6%). A diversidade genética foi estimada em 0,997 e a probabilidade de dois indivíduos ao acaso possuírem mtDNAs idênticos foi de 0,011. Baseado nos resultados dos perfis de mtDNA, 45% das sequências puderam ser classificadas como haplogrupos africanos, 27% como nativo-americanos e 25% como europeus. Cerca de 3% dos haplótipos não puderam ser classificados em nenhum haplogrupo. A diversidade genética das regiões HV1 e HV2 indica a importância desses locos para a identificação humana na população de Alagoaspt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectmtDNApt_BR
dc.subjectPolimorfismopt_BR
dc.subjectRegiões hipervariáviespt_BR
dc.subjectAlagoaspt_BR
dc.titleDeterminação do polimorfismo das seqüências de DNA mitocondrial humano na população de Alagoas, Brasilpt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Genética e Biologia Molecular

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