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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorRÊGO, Moacyr Jesus Barreto De Melo-
dc.contributor.authorFERREIRA, Nathália Tavares-
dc.date.accessioned2024-04-11T14:29:42Z-
dc.date.available2024-04-11T14:29:42Z-
dc.date.issued2023-04-11-
dc.identifier.citationFERREIRA, Nathália Tavares. Vigilância de síndrome respiratórias: caracterização epidemiológica e clínica de casos suspeitos de infecção respiratória na Região Metropolitana do Recife-PE. 2023. Dissertação (Mestrado em Inovação Terapêutica) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/55837-
dc.description.abstractSíndromes respiratórias constituem um problema de saúde pública, com elevado impacto econômico e social a nível mundial. A apresentação de sintomas análogos associada a circulação simultânea de diferentes patógenos evidenciam a vigilância epidemiológica como importante estratégia para adoção de políticas públicas e medidas terapêuticas efetivas para o manejo clínico das infecções respiratórias. Neste cenário, o presente estudo buscou caracterizar o perfil epidemiológico, clínico e sociodemográfico de casos suspeitos de infecção respiratória na Região Metropolitana do Recife (RMR) durante agosto de 2021 a dezembro de 2022. Para tal, casos suspeitos de infecção respiratória foram recrutados em diferentes distritos sanitários da RMR e, em seguida avaliados quanto as suas características sociodemográficas, clínicas e as amostras biológicas destinadas ao diagnóstico diferencial por RT-qPCR multiplex. No período avaliado, o distrito sanitário 4 da cidade do Recife registrou o maior número de casos, correspondendo a 95% da coorte do estudo. Foram diagnosticados casos de monoinfecção (55,8%), coinfecção (11,01%) e casos sintomáticos negativos (33,1%) para os 27 patógenos respiratórios investigados. SARS-CoV-2 (67/22%), Rhinovírus (37/60%) e Haemophilus influenzae (11/18%) foram os patógenos mais frequentes entre os casos de monoinfecção nos meses de junho e março de 2022. Haemophilus influenzae foi o patógeno mais frequente entre os casos de coinfecção envolvendo outros patógenos respiratórios (OPR) (30%) e àqueles envolvendo SARS-CoV-2 e OPR (43%). A ausência dos sintomas, inapetência (p= 0,02) e ageusia (p= 0,01) foi significativamente associada ao diagnóstico de monoinfecção independente do patógeno respiratório. O sexo feminino, a cor da pele parda, o estado civil solteiro e o ensino superior completo foram as características mais frequentes, exceto para os casos de coinfecção e monoinfecção por OPR onde houve a maior frequência de indivíduos casados (51,6%), com ensino médio concluído (41,9%) e cor da pele branca (40,7%), respectivamente. Fadiga (60%) e febre (59%) foram os sinais e sintomas mais incidentes nos casos de monoinfecção por SARS-CoV-2 enquanto dor no peito (82%) foi mais incidente nos casos de monoinfecção por OPR. Os sinais e sintomas dos casos de coinfecção apresentaram frequência relativa acima daquela observada em toda a coorte. Nos casos sintomáticos negativos, a maioria dos sintomas avaliados esteve abaixo da frequência relativa observada em toda a coorte. O modelo de regressão logística revelou que indivíduos asmáticos (p=0,033; OR=13,82; IC 95%: 1.2±154), com apresentação de dor no peito (p=0,06; OR=3,97; IC 95%: 0.9±16) e fadiga (p=0,06; OR=2,12; IC 95%: 0.9±4.7) possuem mais chance de serem diagnosticados com coinfecção por SARS-CoV-2 e OPR. Além disso, pacientes com presença de mialgia (p=0,03; OR=0,37; IC 95%: 0.1±0.9) e rash cutâneo (p=0,05; OR=0,12; IC 95%: 0.1±1.07) foram significativamente identificados com menos chance de ter coinfecções por SARS-CoV-2 e OPR. Durante o período avaliado, o SARS-CoV-2 foi o patógeno mais incidente quer sejam considerados os casos de monoinfecção ou coinfecção quando comparada a frequência de infecção por OPR na RMR. Estudos futuros são necessários para elucidar o impacto do SARS-CoV-2 sobre o perfil sazonal e clínico das infecções respiratórias.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsembargoedAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectCoinfecção respiratóriapt_BR
dc.subjectPatógenos respiratóriospt_BR
dc.subjectSARS-CoV-2pt_BR
dc.subjectVigilância sindrômicapt_BR
dc.titleVigilância de síndrome respiratórias : caracterização epidemiológica, sociodemográfica e clínica de casos suspeitos de infecção respiratória na Região Metropolitana do Recife-PEpt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.advisor-coALBUQUERQUE, Amanda Pinheiro de Barros-
dc.contributor.advisor-coDUARTE, Ângela Luzia Branco Pinto-
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6085948700524842pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7233767393471644pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Inovacao Terapeuticapt_BR
dc.description.abstractxRespiratory syndromes constitute a public health problem, with a high economic and social impact worldwide. The presentation of similar symptoms associated with the simultaneous circulation of different pathogens demonstrate epidemiological surveillance as an important strategy for the adoption of public policies and effective therapeutic measures for the clinical management of respiratory infections. In this scenario, the present study sought to characterize the epidemiological, clinical and sociodemographic profile of suspected cases of respiratory infection in the Metropolitan Region of Recife (RMR) from August 2021 to December 2022. To this end, suspected cases of respiratory infection were recruited in different health districts of the RMR and then evaluated in terms of their sociodemographic and clinical characteristics and the biological samples intended for the differential diagnosis by multiplex RT-qPCR. During the evaluated period, health district 4 of the city of Recife registered the highest number of cases, corresponding to 95% of the study cohort. Cases of monoinfection (55.8%), co- infection (11.01%) and symptomatic cases negative for the 27 respiratory pathogens investigated (33.1%) were diagnosed. SARS-CoV-2 (67/22%), Rhinovirus (37/60%) and Haemophilus influenzae (11/18%) were the most frequent pathogens among cases of monoinfection in June and March 2022. Haemophilus influenzae was the most frequent pathogen among co-infection cases involving other respiratory pathogens (OPR) (30%) and those involving SARS-CoV-2 and OPR (43%). The absence of symptoms, lack of appetite (p= 0.02) and ageusia (p= 0.01) was significantly associated with the diagnosis of monoinfection independent of respiratory pathogen. Female gender, brown skin color, single marital status and complete higher education were the most frequent characteristics, except for cases of coinfection and monoinfection by OPR where there was a higher frequency of married individuals (51.6%). with completed high school (41.9%) and white skin color (40.7%), respectively. Fatigue (60%) and fever (59%) were the most frequent signs and symptoms in cases of SARS-CoV-2 monoinfection, while chest pain (82%) was more frequent in cases of OPR monoinfection. The signs and symptoms of coinfection cases had a relative frequency above that observed in the entire cohort. In negative symptomatic cases, most of the evaluated symptoms were below the relative frequency observed in the entire cohort. The logistic regression model revealed that individuals asthmatics (p=0.033; OR=13.82; IC 95%: 1.2±154), presenting with chest pain (p=0.06; OR=3.97; IC 95%: 0.9±16) and fatigue (p=0.06; OR=2.12; IC 95%: 0.9 ±4.7) are more susceptible to co-infection with SARS-CoV-2 and OPR. In addition, patients with the presence of myalgia (p=0.03; OR=0.37; IC 95%: 0.1±0.9) and skin rash (p=0.05; OR=0.12; IC 95%: 0.1± 1.07) were significantly less likely to have SARS-CoV-2 and OPR co-infections. During the period evaluated, SARS-CoV-2 was the most frequent pathogen, whether the cases of monoinfection or co-infection are considered when comparing the frequency of infection by OPR in the RMR. Future studies are needed to elucidate the impact of SARS-CoV-2 on the seasonal and clinical profile of respiratory infections.pt_BR
dc.contributor.advisor-coLatteshttp://lattes.cnpq.br/8044092710299058pt_BR
dc.contributor.advisor-coLatteshttp://lattes.cnpq.br/9805012149505865pt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Inovação Terapêutica

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