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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/5146
Título: Evaporação natural do lixiviado do aterro da Muribeca através de um destilador solar
Autor(es): Freire de Sá, Lidiane
Palavras-chave: Lixiviado;Evaporação;Destilador solar
Data do documento: 31-Jan-2008
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Freire de Sá, Lidiane; Fernando Thomé Jucá, José. Evaporação natural do lixiviado do aterro da Muribeca através de um destilador solar. 2008. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2008.
Resumo: O descarte do lixiviado gerado nas áreas de disposição de resíduos sólidos representa um dos vários fatores de risco para o meio ambiente, em especial a qualidade de água dos corpos hídricos, pois apresenta altas concentrações de matéria orgânica, bem como quantidade consideráveis de metais pesados. Em geral, o lixiviado possui uma DBO que equivale cerca de 200 vezes o esgoto doméstico, tornando-se necessário prever um sistema de tratamento de forma a conseguir uma descarga de carga orgânica aceitável pela legislação compatível com a classe do corpo d água receptor. O lixiviado estudado foi da Estação de Tratamento de Chorume (ETC) do Aterro da Muribeca (PE), o qual recebe os resíduos das cidades de Recife e Jaboatão dos Guararapes. O objetivo deste trabalho é construir, desenvolver, avaliar e otimizar um sistema de evaporação natural do lixiviado, com intuito de diminuir as cargas orgânicas. Os parâmetros físico-químicos estudados foram: Cor, Turbidez, Condutividade, pH, Sólidos Totais, Amônia, DBO5, DQO e Metais; Os parâmetros microbiológicos: Coliforme Total e Termotolerante, realizados no lixiviado e na água destilada (água produto). Estudou se também a influência da radiação solar, influência da temperatura e influência pluviométrica no evaporador. O estudo foi dividido em seis fases fechadas e duas fases abertas. A radiação solar que influencia na evaporação do lixiviado também influência na produção da água destilada, a cada queda da radiação solar, ocorre também à queda no volume da água destilada. E quando ocorre uma grande precipitação a radiação solar diminui. Por sua vez, a produção de água depende da temperatura ambiente e principalmente da radiação solar. Os resultados mostraram que, a água destilada possui um pH alcalino, ocorre redução de condutividade no destilado, a destilação solar fornece uma água isenta de sais. Ocorre remoção de quase 100% para Turbidez, Cor e Sólidos Totais, a água destilada é uma água mais pura e, portanto, livre de material em suspensão (principal causador da turbidez , cor). Os resultados da DBO e DQO do destilado encontram-se com valores bem abaixo dos valores encontrados no lixiviado. Os coliformes totais e fecais do destilado obtiveram valores menores que dois, significa que este efluente tratado não há mais contaminações. Verificou-se que os resultados dos metais (Cr, Mn, e Fe) não ultrapassaram o valor 1,0 mg/L. Com base nos resultados obtidos, observou-se que o tratamento utilizado através da evaporação solar natural, ou seja, utilizando o sol como fonte de energia, a maioria das análises ficou de acordo com os padrões de lançamento do CONAMA 357/2005
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/5146
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Engenharia Civil

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