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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4999
Título: Estudo do comportamento histerético de uma argila expansiva não-saturada
Autor(es): Marques Dos Santos, Gerson
Palavras-chave: Solo expansivo não saturado; Curva característica; Histerese; Modelo matemático
Data do documento: 31-Jan-2008
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Marques Dos Santos, Gerson; Maria Justino da Silva, José. Estudo do comportamento histerético de uma argila expansiva não-saturada. 2008. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2008.
Resumo: Este trabalho analisa a variação da histerese, em relação à profundidade, de um depósito de solo expansivo não saturado situado próximo a cidade de Paulista, na região litorânea do nordeste do Brasil. O perfil do solo é constituído de argila expansiva não saturada resultante do processo de decomposição físico-química de argilito e de rocha calcária da Formação Maria Farinha. O processo de umedecimento por vapor foi utilizado para aumentar o teor de umidade inicial do corpo de prova e durante a trajetória de umedecimento. Foram feitas medidas da sucção usando a técnica do papel de filtro, bem como a determinação do teor de umidade volumétrico em cada ponto com a finalidade de serem obtidas as curvas característica de umidade do solo. O ensaio de contração livre foi realizado juntamente com o ensaio de sucção, para a elaboração das curvas de contração e determinação da velocidade de evaporação. Foi utilizado o modelo matemático para ajuste das curvas características de umidade do solo referentes às trajetórias de drenagem e de umedecimento segundo orientação proposta por Gerscovich e Sayão (2002). A escolha do melhor modelo matemático baseou-se na comparação entre índices de desempenho tais como a soma dos quadrados residuais (SQR) e o coeficiente de determinação (R2). Utilizou-se também o critério de informação de Akaike (AIC) para a medição da parcimônia desses modelos. O teste estatístico qui-quadrado (χ2) foi aplicado para observar a existência de discrepâncias entre os pontos das curvas experimentais e do modelo. A curva ajustada através do modelo possibilitou o cálculo da área de histerese em cada profundidade
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4999
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Engenharia Civil

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