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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorCORRÊA, Antônio Carlos de Barros-
dc.contributor.authorSILVA FILHO, Raimundo Inácio da-
dc.date.accessioned2019-10-10T17:13:52Z-
dc.date.available2019-10-10T17:13:52Z-
dc.date.issued2019-04-22-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/34411-
dc.description.abstractOs resíduos sólidos têm se revelado como um dos graves problemas urbanos na atualidade para os quais se buscam soluções urgentes. Em diversos países do continente europeu esta responsabilidade já vem sendo assumida há décadas. No Brasil, o enfrentamento oficial dessa questão só ocorreu recentemente quando o governo federal sancionou a Lei 12.305/2010 que dispõe sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), em 2010. Apesar dos aspectos positivos constantes nesta lei, a maioria dos municípios brasileiros não tem avançado neste tema, conforme destacam CEMPRE (2019; 2018a; 2018b), SELUR (2017) e ABRELPE (2015). A falta de gestão e de destinação adequada para os resíduos sólidos urbanos (RSU’s) são apontadas por diversos especialistas dessa área como desafios a serem superados. Para tanto, uma das alternativas encontrada tem sido a criação de consórcios intermunicipais. No estado do Rio Grande do Norte, seguindo a orientação nacional, o governo estadual instituiu em 2010 o Plano Estadual de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Rio Grande do Norte (PEGIRS/RN) e o ordenamento geográfico dos 167 municípios que passaram a integrar os Consórcios Regionais de Saneamento Básico: Seridó (25), Alto Oeste (44), Mato Grande (39), Agreste (26), Vale do Açu (24), Mossoró (01) e Região Metropolitana de Natal (08). Coube à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH), a contratação de uma empresa de consultoria para a construção dos Planos Intermunicipais de Resíduos Sólidos (PIRS) e elaboração de propostas de regionalização. A Região de Assú, que compreende o Consórcio Regional de Saneamento Básico do Vale do Açu, foi escolhida como nosso objeto de estudo. Desde a sua criação este Consórcio não conseguiu sair do papel. A presente pesquisa investigou os obstáculos que dificultam a sua operacionalização, sob a óptica dos gestores (ex-prefeitos, prefeitos em exercício e secretários) dos nove (09) municípios que integram geograficamente a microrregião do Vale do Açu, do secretário da SEMARH e dos presidentes da FEMURN e do Consórcio Regional de Saneamento Básico do Vale do Açu, e constatou que a situação econômica vivenciada pelos municípios, aliado ao desestímulo dos prefeitos por falta de apoio financeiro, a distância das cidades para a sede do aterro sanitário e o atual formato geográfico dos municípios são obstáculos basilares que impedem a sua operacionalização. Para a maioria dos entrevistados, sem os aportes financeiros advindos dos governos estadual e federal, dificilmente este Consórcio funcionará. Embora a proposta apresentada pelo governo estadual tenha a aprovação de todos os municípios integrantes, a forma verticalizada como o processo foi conduzido, apesar da realização de estudos técnicos, seminários e oficinas temáticas, não foi suficiente para suscitar confiança nos gestores municipais do ponto de vista da sustentabilidade do empreendimento e da erradicação dos lixões. Por tudo isso, inferimos que a regionalização dos consórcios intermunicipais no RN é uma alternativa viável na busca de sanar o problema causado pela disposição irregular de resíduos sólidos na microrregião geográfica do Vale do Açu e demais municípios do Estado potiguar. Entretanto, como estratégia de solução, sugerimos que essa discussão seja ampliada para outros segmentos da sociedade como forma de mitigar os riscos reais da degradação do meio ambiente e da poluição do ar, da água, do solo e da eminente ameaça à saúde pública e deterioração da condição social e humana. Por fim, concluímos que se a sociedade não assumir efetivamente a responsabilidade de guiar esse processo dificilmente avançaremos nesse tema, uma vez que não se constata clareza de competências nos órgãos governamentais para que a PNRS seja implantada nos municípios.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectGeografiapt_BR
dc.subjectMeio ambientept_BR
dc.subjectGestão integrada de resíduos sólidos – Rio Grande do Nortept_BR
dc.subjectSaneamentopt_BR
dc.subjectConsórciospt_BR
dc.titleA gestão dos resíduos sólidos na microrregião do Vale do Açu : desafios e perspectivas do consórcio regional de saneamento básicopt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.contributor.advisor-coAZEVEDO, Francisco Fransualdo de-
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9652759340859945pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.leveldoutoradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6188875235262429pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Geografiapt_BR
dc.description.abstractxSolid waste has proved to be one of the most serious urban problems in the world today, for which urgent solutions are sought. In several countries of the European continent, responsibility has been assumed for decades. In Brazil, the official confrontation of this issue occurred only recently when the federal government sanctioned Law 12,305 / 2010 on the National Solid Waste Policy (PNRS) in 2010. Despite the positive aspects of this law, most Brazilian municipalities have not advanced (2019, 2018a, 2018b), SELUR (2017) and ABRELPE (2015). The lack of adequate management and disposal for urban solid waste (RSU's) are pointed out by several specialists in this area as challenges to be overcome. However, one of the alternatives has been the creation of intermunicipal consortia. In Rio Grande do Norte State, following the national orientation, the state government instituted in 2010 the State Plan for the Integrated Management of Solid Waste of Rio Grande do Norte (PEGIRS / RN) and the geographical ordering of the 167 municipalities that have joined the Regional Consortia of Basic Sanitation: Seridó (25), Alto Oeste (44), Mato Grande (39), Agreste (26), Açu Valley (24), Mossoró (01) and Metropolitan Region of Natal (08). It was incumbent upon the Secretariat of State for the Environment and Water Resources (SEMARH), the contracting of a consultancy firm for the construction of the Intermunicipal Solid Waste Plans (PIRS) and elaboration of regionalization proposals. The Region of Assú, which includes the Regional Consortium of Basic Sanitation of the Açu Valley, was chosen as our object of study. Since its creation, this Consortium has not been able to get out of the role.This research investigated the obstacles that hinder its operation, under the atopic of the managers (former mayors, acting mayors and secretaries) of the nine (9) municipalities that geographically integrate the microregion and the presidents of FEMURN and the Regional Consortium for Basic Sanitation of the Açu Valley, and found that the economic situation experienced by the municipalities, allied to the encouragement of the mayors for lack of financial support, the distance from the cities to the seat of the sanitary landfill and the current geographical format of the municipalities are basic obstacles that hamper its operationalization. For most of the interviewees, without the financial contributions coming from the state and federal governments, this Consortium will rarely work. Although the proposal presented by the state government has the approval of all the member committees, the vertical form as the process was conducted, despite the completion of technical studies , seminars and thematic workshops, was not enough to provoke confidence in municipal managers from the point of view of the sustainability of the project and the eradication of the dumps. For all this, we infer that the regionalization of the intermunicipal consortia in the RN is a viable alternative in the search to solve the problem caused by the irregular distribution of solid waste in the microregion of the Açu Valley and other municipalities of the Potiguar State. However, as a solution strategy, we suggest that this discussion be extended to other segments of society as a way to mitigate the real risks of environmental degradation and pollution of air, water, soil and the imminent threat to public health and deterioration of social condition and human. Finally, we conclude that if the partnership does not effectively assume responsibility for guiding this process, we will hardly advance on this topic, since there is no clarity of competencies in government bodies for the PNRS to be implemented in the municipality.pt_BR
dc.description.abstractxLes déchets solides répresentent aujourd’hui l’un des problèmes urbains les plus graves pour lesquels des solutions urgentes sont recherchées. Dans plusieurs pays du continent européen, cette responsabilité est déjà assumée depuis des décennies. Au Brésil, l’affrontement officiel de cette question n'a eu lieu que récemment, lorsque le gouvernement fédéral a sanctionné la loi 12305/2010, qui prévoit sur la politique nationale de déchets solides (PNRS), en 2010. Malgré les aspects positifs apportés par cette loi, la plupart des villes brésiliennes n’ont pas évolué dans ce sujet, selon les études mises en lumière par CEMPRE (2019; 2018a; 2018b), SELUR (2017) et ABRELPE (2015). Le manque de gestion et d'élimination adéquates des déchets solides urbains (RSU) a été souligné par plusieurs spécialistes de ce domaine comme étant un défi à relever. Donc, l’une des solutions trouvées a été la création de consortiums intermunicipaux. Dans l'État de Rio Grande do Norte, conformément à l'orientation nationale, le gouvernement de l'État a mis en place, en 2010, le Plan pour la gestion intégrée des déchets solides de l’État du Rio Grande do Norte (PEGIRS / RN) et le classement géographique des 167 villes qui ont rejoint le Consortiums régionaux d'assainissement basique, tels que : Seridó (25), Alto Oeste (44), Mato Grande (39), Agreste (26), Vallée de l'Açu (24), Mossoró (01) et région métropolitaine de Natal (08). Il est resté à la sécrétarie de l'Environnement et des Ressources en Eau de l’état (SEMARH) de faire appel à un cabinet de conseil pour élaborer les Plans de gestion des déchets solides des villes (PIRS), ainsi que pour préparer des propositions de régionalisation. La région d’Assú, qui englobe le Consortium régional pour l’assainissement basique de la vallée de l’Açu, a été la choisie pour être le but de cette étude. Depuis sa création, ce consortium n’a pas pu être mis en pratique. La présente recherche a mis à l’épreuve les obstacles qui entravent son opérationnalisation, du point de vue des gestionnaires (ex-maires, maires et secrétaires) des neuf (9) villes qui intègrent géographiquement la microrégion de la vallée de l'Açu, du secrétaire de SEMARH et des présidents de la FEMURN et du Consortium régional pour l'assainissement basique de la région de la vallée de l'Açu. C´était constaté que la situation économique dans laquelle se trouvaient les villes, liées au découragement des maires étant donné le manque de soutien financier, la distance parmi les villes et le lieu de la décharge des déchets ainsi que le format géographique actuel des villes, se deviennent obstacles basilaires qui entravent leur opérationnalisation. Pour la plupart des enquêtés, sans les contributions financières provenants des gouvernements des États et de la fédération, ce consortium ne fonctionnera que rarement. Bien que la proposition soumise par le gouvernement de l’état ait reçu l’assentiment de toutes les villes intégranttes. La forme verticalisée selon laquelle le processus a été mené, même s’il y a eu des études techniques, des séminaires et des ateliers thématiques, n’a pas été suffisant à susciter la confiance des administrateurs des villes sur le point de vue de la durabilité du projet et de l'éradication des lieux d’enfouissement. Malgré tout, nous en déduisons que la régionalisation des consortiums des villes dans l’état du Rio Grande do Norte se constitue dans une alternative viable pour remédier au problème posé par l'élimination irrégulière des déchets solides dans la microrégion de la vallée d'Açu et d'autres villes de l'État. Cependant, comme stratégie de résolution, nous suggérons d’élargir cette discussion à d’autres segments de la société avec le but d’atténuer les risques réels de dégradation de l’environnement et de la pollution de l’air, de l’eau, du sol et de la menace imminente pour la santé publique et la détérioration. de la condition sociale et humaine. Enfin, nous concluons que si la société n'assume pas réellement la responsabilité de guider ce processus, nous n’avancerons que difficilement sur cette question, car les compétences des organes gouvernementaux ne sont pas claires pour que le PNRS soit mis en oeuvre dans les villes.pt_BR
dc.description.abstractxLos residuos sólidos se han revelado como uno de los graves problemas urbanos en la actualidad para los que se buscan soluciones urgentes. En varios países del continente europeo esta responsabilidad ya viene siendo asumida desde hace décadas. En Brasil, el enfrentamiento oficial de esa cuestión sólo ocurrió recientemente cuando el gobierno federal sancionó la Ley 12.305 / 2010 que dispone sobre la Política Nacional de Residuos Sólidos (PNRS), en 2010. A pesar de los aspectos positivos constantes en esta ley, la mayoría de los municipios brasileños no ha avanzado en este tema, según destacan CEMPRE (2019, 2018a, 2018b), SELUR (2017) y ABRELPE (2015). La falta de gestión y de destinación adecuada para los residuos sólidos urbanos (RSU's) son apuntadas por diversos especialistas de esa área como desafíos a ser superados. Para ello, una de las alternativas encontradas ha sido la creación de consorcios intermunicipales. En el estado de Rio Grande do Norte, siguiendo la orientación nacional, el gobierno estadual instituyó en 2010 el Plan Estadual de Gestión Integrada de Residuos Sólidos de Rio Grande do Norte (PEGIRS / RN) y el ordenamiento geográfico de los 167 municipios que pasaron a integrarse consorcios de Saneamiento básico regional: Seridó (25), Noroeste (44), Mato Grande (39), Agreste (26) Açu Valley (24), Mossoro (01) y la Región Metropolitana de Natal (08). En el caso de los municipios de la provincia de Buenos Aires, en el marco de la Convención de las Naciones Unidas sobre el Cambio Climático, La Región de Asú, que comprende el Consorcio Regional de Saneamiento Básico del Valle del Açu, fue elegida como nuestro objeto de estudio. Desde su creación este Consorcio no logró salir del papel. La presente investigación investigó los obstáculos que dificultan su operacionalización, bajo la óptica de los gestores (ex alcaldes, alcaldes en ejercicio y secretarios) de los nueve (09) municipios que integran geográficamente la microrregión del Valle del Açu, del secretario de la SEMARH y de los los presidentes de FEMURN y el Consorcio Regional de Saneamiento Básico del Valle del Açu, y constató que la situación económica vivida por los municipios, aliado al desestímulo de los alcaldes por falta de apoyo financiero, a la distancia de las ciudades a la sede del relleno sanitario y el actual formato geográfico de los municipios son obstáculos basilares que impiden su operacionalización. Para la mayoría de los entrevistados, sin los aportes financieros provenientes de los gobiernos estadual y federal, raramente este Consorcio funcionará. Aunque la propuesta presentada por el gobierno estatal tiene la aprobación de todos los municipios integrantes, la forma verticalizada como el proceso fue conducido, a pesar de la realización de estudios técnicos, seminarios y talleres temáticos, no fue suficiente para suscitar confianza en los gestores municipales desde el punto de vista de la sostenibilidad del emprendimiento y de la erradicación de los basurales. Por todo ello, inferimos que la regionalización de los consorcios intermunicipales en el RN es una alternativa viable en la búsqueda de sanar el problema causado por la disposición irregular de residuos sólidos en la microrregión del Valle del Açu y demás municipios del Estado potiguar. Sin embargo, como estrategia de solución, sugerimos que esta discusión sea ampliada para otros segmentos de la sociedad como forma de mitigar los riesgos reales de la degradación del medio ambiente y de la contaminación del aire, del agua, del suelo y de la eminente amenaza a la salud pública y deterioro de la condición social y humana. Por último, concluimos que si la sociedad no asumir efectivamente la responsabilidad de guiar ese proceso difícilmente avanzamos en ese tema, ya que no se constata claridad de competencias en los órganos gubernamentales para que la PNRS sea implantada en los municipios.pt_BR
dc.contributor.advisor-coLatteshttp://lattes.cnpq.br/2719998085102847pt_BR
Aparece en las colecciones: Teses de Doutorado - Geografia

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