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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3387
Título: A escala do Basímetro Linear Aplicação: base multipilar da UFPE
Autor(es): Soares Barbosa, Francisco
Palavras-chave: Medidor de eletrônico de distância; Mira horizontal de ínvar; Calibração; Ciências geodésicas; Metrologia
Data do documento: 31-Jan-2009
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Soares Barbosa, Francisco; Ferreira Silva, Tarcísio. A escala do Basímetro Linear Aplicação: base multipilar da UFPE. 2009. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Ciências Geodésicas e Tecnologia da Geoinformação, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009.
Resumo: A verificação e calibração dos Medidores Eletrônicos de Distâncias (MED s) têm sido tratadas em todo o mundo por órgãos de metrologia, universidades e entidades públicas e privadas que têm responsabilidade sobre o controle de qualidade nas áreas da Engenharia e Geociências. No caso específico do Brasil, é realizado em entidades oficiais e/ou universidades, em linhas de base multipilar implantada em campo. A problemática abordada neste trabalho consiste em definir a escala de referência da base multipilar da UFPE utilizando os métodos: Goniômetro/Mira, Schwendener e Otimização de Rede Geodésica. Os métodos Goniômetro/Mira e Schwendener foram desenvolvidos e aplicados integralmente, ou seja, foram executadas operações de campo, ajustamento e análise de resultados; enquanto no método de Otimização de Rede Geodésica, somente foi feita uma revisão de literatura e recuperados os resultados. Tal método foi aplicado na definição da primeira escala da base da UFPE em 1996. O ângulo paralático, grandeza de maior importância do método Goniômetro/Mira, foi efetuado por meio do método de medição das direções, com aplicação dos testes estatísticos: Data Snooping de Baarda e método Tau de Pope, para detecção, localização e eliminação de erros grosseiros ( blunders ou outliers ). Também, realizou-se um estudo comparativo da escala da base através dos três métodos e os resultados mostraram que as discrepâncias (em módulo) nas distâncias entre os pilares (P1-P2, P2-P3, P3-P4), tiveram valor máximo de 2,6 mm. No entanto, entre os pilares (P4-P5, P5-P6, P6-P7 e P7-P8) a discrepância máxima chegou a atingir a ordem do centímetro, com 1,44 cm. Estes resultados mostram a necessidade da continuidade da pesquisa com equipamentos e métodos mais refinados a fim de se ter uma escala homogênea entre os pilares, com incerteza de no máximo ±1 mm. Com isso irá satisfazer a necessidade de calibração das estações de classe 3 (precisão alta -NBR 13133)
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3387
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação

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