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Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/33231

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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorLIMA, Marília de Carvalho-
dc.contributor.authorGOMES, Kamilla Brianni de Araújo-
dc.date.accessioned2019-09-19T16:15:06Z-
dc.date.available2019-09-19T16:15:06Z-
dc.date.issued2018-03-02-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/33231-
dc.description.abstractEstudos epidemiológicos e experimentais apontam que o estado nutricional ao nascimento pode estar relacionado ao desenvolvimento tardio de doenças crônicas, como diabetes tipo II, hipertensão arterial e obesidade. O objetivo deste estudo foi verificar a associação entre o estado nutricional ao nascer, fatores socioeconômicos e parentais, atividade física e a ocorrência de excesso de peso e obesidade abdominal em adolescentes. Trata-se de um estudo transversal conduzido com 1081 adolescentes entre 12 e 17 anos de idade, de ambos os sexos, matriculados em escolas públicas e privadas do município de Recife, Pernambuco, provenientes do Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes (ERICA). As variáveis de desfecho foram: índice de massa corporal (IMC)/idade, circunferência da cintura (CC) e relação cintura/estatura (RCEst) na adolescência, enquanto as explanatórias foram o peso, comprimento e peso/comprimento ao nascer; variáveis biológicas (sexo, idade do adolescente, maturação sexual e tempo de gestação); socioeconômicas (escolaridade materna, classe econômica e tipo de escola); atividade física e estado nutricional dos pais. As prevalências de excesso de peso e obesidade abdominal pela CC e RCEst foram, respectivamente, 29,1%, 10,9% e 14,7%. A análise de regressão multivariada de Poisson mostrou que as variáveis as quais se mantiveram significantemente associadas ao excesso de peso na adolescência foram o peso ao nascer ≥4.000g (RP=1,59; p=0,007), a faixa etária dos 12 aos 14 anos (RP=1,47; p=0,022) e o excesso de peso materno (RP=2,01; p=0,003). Os adolescentes que nasceram com peso elevado também permaneceram com maior probabilidade de obesidade abdominal avaliada pela CC (RP=3,25; p=0,036). Os achados do presente estudo destacam a importância do crescimento fetal e do estado nutricional materno, visto que o peso elevado ao nascer constituiu-se como marcador para o excesso de peso e obesidade abdominal na adolescência, além de o IMC materno elevado e a faixa etária dos 12 aos 14 anos terem sido associados ao excesso de peso na população de estudo. Destaca-se, portanto, a necessidade da implementação de estratégias precoces para minimizar fatores que contribuam com o excesso de peso durante a vida fetal, além do incentivo a medidas de estilo de vida saudável em âmbito familiar, como forma de prevenir primariamente a ocorrência de obesidade nos diversos grupos etários.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectPeso ao nascerpt_BR
dc.subjectAdolescênciapt_BR
dc.subjectObesidadept_BR
dc.subjectObesidade abdominalpt_BR
dc.titleEstado nutricional ao nascimento e ocorrência de excesso de peso e obesidade abdominal em adolescentes de Recife-PEpt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.advisor-coLEAL, Vanessa Sá-
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4657848452662502pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2941443133440411pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Nutricaopt_BR
dc.description.abstractxEpidemiological and experimental studies indicate that the nutritional status at birth may be related to the late development of chronic diseases, such as type II diabetes, arterial hypertension and obesity. This paper aims to verify the interplay between nutritional status at birth, socioeconomic and parental factors, physical activity and the occurrence of overweight and abdominal obesity in adolescents. This is a cross-sectional study involving 1081 adolescents from 12 to 17 years old of both sexes who were enrolled in public and private schools in the city of Recife, Pernambuco, and who were previously registered by the Study of Cardiovascular Risk in Adolescents (SCRA). The outcome variables were: body mass index (BMI)/age, waist circumference (WC) and waist-to-height ratio (WHR) in adolescence, while explanatory variables were weight, length and weight/length at birth, biological (sex, adolescent age, sexual maturation and gestation time) and socioeconomic (maternal schooling, economic class and type of school) variables, physical activity and nutritional status of the parents. The prevalence of overweight and abdominal obesity by WC and WHR were, respectively, 29.1%, 10.9% and 14.7%. Poisson's multivariate regression analysis showed that the variables that remained significantly associated with overweight in adolescence were birth weight ≥4000g (PR = 1.59, p = 0.007), the age group from 12 to 14 (PR = 1.47, p = 0.022) and maternal overweight (PR = 2.01, p = 0.003). The adolescents who were born with high weight also remained more likely to have abdominal obesity evaluated by WC (PR = 3.25, p = 0.036). The findings of the present study highlight the importance of fetal growth and maternal nutritional status, since high birth weight was a sign for overweight and abdominal obesity in adolescence, and high maternal BMI and the age group from 12 to 14 years of age were associated with overweight in the population analyzed. We emphasize, therefore, the need to implement early strategies to minimize factors that contribute to overweight during fetal life, as well as encouraging healthy family lifestyle measures, as a way to prevent the occurrence of obesity in the different age groups.pt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Nutrição

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