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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/31998

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dc.contributor.advisorMAIA, Lívia Teixeira de Souza-
dc.contributor.authorNASCIMENTO, Allane Tenório Brandão da Silva-
dc.date.accessioned2019-08-26T19:40:00Z-
dc.date.available2019-08-26T19:40:00Z-
dc.date.issued2019-07-09-
dc.date.submitted2019-08-26-
dc.identifier.citationNASCIMENTO, A. T. B. S.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/31998-
dc.description.abstractAs causas pouco úteis de mortalidade se tornaram um desafio para a saúde no que se diz respeito a fidedignidade dos dados dispostos no SIM, o que implica diretamente no planejamento de ações, na análise de situação de saúde da população e na tomada de decisão do gestor. Outra dificuldade inerente do processo fragmentado de estruturação do SIM é a análise das declarações de óbitos e consequentemente na construção do perfil de mortalidade. O presente estudo tem por objetivo analisar a tendência e diferenciais das causas pouco úteis (CPU) de mortalidade no Brasil, entre os anos de 2000 a 2015. Como método foi realizado um estudo quantitativo do tipo ecológico de série temporal da proporção das CPU no Brasil e suas macrorregiões e unidades da federação entre os anos de 2000 a 2015. Os dados foram obtidos pelo software ANACONDA, disponibilizado pelo Ministério da Saúde. A tendência temporal foi estimada por meio do método de regressão linear simples, e calculou-se o Índice de Redução Relativo (IRR%) para mensuração dos seus diferenciais. A proporção de óbitos por CPU no Brasil passou de 42,7% em 2000 para 34,2% em 2015, uma redução de 20%, com uma tendência de declínio estatisticamente significante em todas as análises, exceto apenas nos estados de Amapá e Roraima. Verificou-se uma concentração de percentuais mais altos de CPU nos estados do Norte e Nordeste, mas foi também onde se constatou a diminuição mais expressiva, com IRR% de 2,04 e 3,64, respectivamente. Apesar da redução dos óbitos por CPU no país, os índices atuais ainda são elevados se considerados a média de países desenvolvidos. Ademais, verifica-se a persistência de desigualdades regionais na qualidade da informação, embora com redução de patamar desses diferenciais. Tais achados permitem dimensionar a relevância das CPU para análise dos dados de mortalidade, configurando-se num dos atuais desafios para melhoria das estatísticas vitais no país.pt_BR
dc.format.extent56 p.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsembargoedAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectMortalidade – Brasilpt_BR
dc.subjectCausas da Mortept_BR
dc.subjectSistemas de Informação em Saúdept_BR
dc.titleTendência e diferenciais das causas pouco uteis de mortalidade no Brasil, no período de 2000 a 2015pt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4988844256076498pt_BR
dc.description.abstractxUnnecessary causes of mortality have become a challenge for health in terms of the reliability of the data provided in the SIM, which implies directly in the planning of actions, in the analysis of the health situation of the population and in the decision making of the manager. Another inherent difficulty in the fragmented process of structuring the SIM is the analysis of the death declarations and consequently in the construction of the mortality profile. Objective: The objective of this study is to analyze the trend and differentials of the non-useful causes (CPU) of mortality in Brazil between 2000 and 2015. Methods: A quantitative study of the ecological type of temporal series of the proportion of CPUs in Brazil and its macroregions and federation units between the years of 2000 and 2015 was carried out. Data were obtained by ANACONDA software, made available by the Ministry of Health. estimated using the simple linear regression method, and the Relative Reduction Index (IRR%) was calculated for the measurement of its differentials. Results: The proportion of deaths per CPU in Brazil increased from 42.7% in 2000 to 34.2% in 2015, a reduction of 20%, with a statistically significant declining trend in all analyzes except in the states of Amapá and Roraima. A higher concentration of CPU percentages was found in the North and Northeast states, but it was also the most expressive decrease, with IRR% of 2.04 and 3.64, respectively. Conclusions: Despite the reduction in deaths per CPU in the country, the current indices are still high considering the average of developed countries. In addition, there is a persistence of regional inequalities in the quality of information, albeit with a reduction in the level of these differentials. These findings allow us to assess the relevance of CPUs for analysis of mortality data, which is one of the current challenges for the improvement of vital statistics in the country.pt_BR
dc.subject.cnpq::Ciências da Saúdept_BR
dc.degree.departament::(CAV-NSC) - Núcleo de Saúde Coletivapt_BR
dc.degree.graduation::CAV-Curso de Saúde Coletivapt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localVitóriapt_BR
Appears in Collections:(CAV) TCC - Saúde Coletiva

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