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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/19874
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dc.contributor.advisorFERRAZ, Álvaro Antônio Bandeira-
dc.contributor.authorPEREIRA, Eduardo Henrique da Franca-
dc.date.accessioned2017-07-20T12:58:53Z-
dc.date.available2017-07-20T12:58:53Z-
dc.date.issued2012-08-28-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/19874-
dc.description.abstractIntrodução: Fístulagastrobrônquica(FGB) é complicação grave após cirurgia bariátrica, cujo tratamento através detoracotomia e/ou laparotomia envolve alta morbidade. O objetivo do presente estudo foiapresentaros resultados da intervenção endoscópica no tratamento da FGB, como técnica efetiva no processo de cicatrização da fístula.Método:Estudo multicêntricoretrospectivo de 15 pacientes que foram submetidos à derivação gástrica em Y de Roux (DGYR) (n=10) e gastrectomia verticallaparoscópica(GVL) (n=5), e que apresentaram FGB no período pós-operatório (média de 6.7 meses). Resultados: Dez pacientes desenvolveramabscesso pulmonar e foram tratados com antibioticoterapia (n=10) e toracotomia (n=3). Reoperação abdominal foi realizada em nove pacientes para drenagem de abscesso e/ou remoção de anel (n=4) e/ou acesso nutricional (n=6). A origem da FGB foi o ângulo de His (n=14). Além disso, 14 pacientes apresentavam estenoseda bolsa gástrica tratadoscom dilatação pneumáticaaté 20-30 mm (n=11), estenotomiaou septotomia(n=10) e/ou prótese (n=7). Cola de fibrina foi usada em um paciente. Foram realizadas, em média, 4.71sessõesde endoscopia por paciente(mediana de 4,0 sessões). Tratamento endoscópico levou a 93.3% (14 /15) de sucesso no fechamento da FGB em tempo médio de 4.43meses (1–10 meses), sendo menor no grupo com prótese (2.5×9.5 meses). Não houve recidiva após tempo de seguimentomédio de 27.3 meses. Um paciente persistiu com FGB apesar do uso de cola de fibrina, e recusou continuar o tratamento.Conclusão:FGB é complicação de alta morbidade, a qual usualmente surge no pós-operatório tardio. Tratamento endoscópicomostrou-seopção terapêutica efetivana resolução da fístula,devendoser realizadoprecocemente para acelerar o tempo de cura.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambuco,pt_BR
dc.subjectcirurgia bariátricapt_BR
dc.subjectfístula gastrobrônquicapt_BR
dc.subjectfístula broncogástricapt_BR
dc.subjectabscesso pulmonarpt_BR
dc.subjectfístulagástricapt_BR
dc.subjectgastrectomia verticalpt_BR
dc.subjectendoscopiapt_BR
dc.subjectdilatação pneumáticapt_BR
dc.subjectprótesespt_BR
dc.titleFístula gastrobrônquica após cirurgia bariátrica: tratamento cirúrgico e endoscópicopt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.contributor.advisor-coCAMPOS, Josemberg Marins-
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7527543351441142pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.leveldoutoradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9515095477956691pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Cirurgiapt_BR
dc.description.abstractxGastrobronchial fístula(GBF) is a serious complication following bariatric surgery, whose treatment by thoracotomy and/or laparotomy involves a high morbidity rate. We present the outcomes of endoscopic management for GBF as a helpful technique for its healing process. This is a multicenter retrospective study of 15 patients who underwent gastric bypass (n=10) and sleeve gastrectomy (n=5) and presented GBF postoperatively (mean of 6.7 months). Ten patients developed lung abscess and were treated by antibiotic therapy (n=10) and thoracotomy (n=3). Abdominal reoperation was performed in nine patients for abscess drainage (n=9) and/or ring removal (n=4) and/or nutritional access(n=6). The source of the GBF was at the angle of His (n=14). Furthermore, 14 patients presented a narrowing of the gastric pouch treated by 20 or 30 mm aggressive balloon dilation (n=11), stricturotomy or septoplasty (n=10) and/or stent (n=7). Fibrin gluewas used in one patient. We performed, on average, 4.5 endoscopic sessions per patient. Endotherapy led to a 93.3% (14 out of 15) success rate in GBF closure with an average healing time of 4.4 months (range, 1–10 months), being shorter in the stent group(2.5×9.5 months). There was no recurrence during the average 27.3-month follow-up. A patient persisted with GBF, despite the fibrin glue application, and decided to discontinue treatment. GBF is a highly morbid complication, which usually arises late in the postoperative period. Endotherapy through different strategies is a highly effective therapeutic option and should be implemented early in order to shorten leakage healing time.Keywords:Bariatric surgery . Gastrobronchial fistula .Bronchogastric fistula . Lung abscess . Gastric fistula .Sleeve gastrectomy . Endoscopy . Balloon dilation . Stentspt_BR
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