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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1949
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Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | MELO, Marcus André Barreto Campelo de | pt_BR |
| dc.contributor.author | SILVA, Mariana Batista da | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2014-06-12T15:53:26Z | |
| dc.date.available | 2014-06-12T15:53:26Z | |
| dc.date.issued | 2010-01-31 | pt_BR |
| dc.identifier.citation | Batista da Silva, Mariana; André Barreto Campelo de Melo, Marcus. Independência após a delegação? Uma análise exploratória da interferência política nas agências regulatórias brasileiras. 2010. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Ciência Política, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2010. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1949 | |
| dc.description.abstract | O estabelecimento de agências reguladoras autônomas na década de 1990 representou uma reorganização do sistema regulatório brasileiro e também uma nova forma de relacionamento entre os atores políticos e os órgãos regulatórios. Contudo, o jogo da regulação não termina com o estabelecimento das regras formais. Independência formal se traduz em independência na prática? Há interferência do Executivo nas agências regulatórias após o seu estabelecimento formal como órgãos independentes? Em quais condições o Executivo escolherá interferir nas agências? Tendo em mente tais questionamentos, o presente trabalho busca identificar o grau de interferência nas agências regulatórias federais recém criadas no Brasil e prover uma tentativa de explicação para a variação no grau de interferência. As hipóteses básicas que são exploradas na análise é que o custo de credibilidade, que varia ao longo das áreas temáticas, o grau de independência formal apresentado pelas agências bem como as preferências dos presidentes são fatores cruciais que afetam o grau que os presidentes interferem no processo regulatório. Um modelo de efeitos aleatórios é estimado com dados de painel para o período de 1997 a 2008, cobrindo 10 agências federais. O grau de interferência é operacionalizado por um índice construído usando análise fatorial, que captura dimensões distintas ta interferência, incluindo contingenciamento orçamentário e vacância das diretorias. Os dados sugerem que há interferência política nas agências regulatórias no Brasil, que varia entre as agências e ao longo do tempo. Por sua vez, a independência formal é operacionalizada por um índice referente à, entre outros, regras de indicação e demissão, autonomia financeira e funcional. A análise mostra que as preferências do presidente e o custo de credibilidade importam para a escolha que os presidentes fazem de interferir no processo regulatório | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pernambuco | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Independência | pt_BR |
| dc.subject | delegação | pt_BR |
| dc.subject | agências regulatórias | pt_BR |
| dc.subject | interferência | pt_BR |
| dc.title | Independência após a delegação? Uma análise exploratória da interferência política nas agências regulatórias brasileiras | pt_BR |
| dc.type | masterThesis | pt_BR |
| Appears in Collections: | Dissertações de Mestrado - Ciência Política | |
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|---|---|---|---|---|
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