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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/18299
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSANTANA, Davi Pereira de-
dc.contributor.authorARAÚJO, Danielle Dayse-
dc.date.accessioned2017-02-13T14:21:32Z-
dc.date.available2017-02-13T14:21:32Z-
dc.date.issued2014-05-30-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/18299-
dc.description.abstractA inserção das plantas medicinais nos sistemas de saúde tem sido recomendação da OMS em função da sua ampla utilização pela população, mesmo com acesso aos serviços de saúde. No Brasil, a criação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares e da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos veio a legitimar o uso de plantas medicinais no SUS, especialmente na atenção básica. No Recife, embora implantada antes das políticas nacionais, a fitoterapia teve nos últimos anos a implementação de novos serviços e a criação, em 2012, de uma política municipal respaldando a prática. Considerando o acima exposto, o objetivo do estudo foi avaliar o impacto na prescrição e recomendação da fitoterapia e plantas medicinais pela Estratégia Saúde da Família após a inserção de medicamentos fitoterápicos na rede SUS-Recife e a criação da Política Municipal de Práticas Integrativas e Complementares. Foi realizado um estudo descritivo de corte seccional e atributos de painel repetido entre Novembro e Dezembro de 2013 com médicos, enfermeiros e dentistas das Unidades de Saúde da Família do Distrito Sanitário IV do Recife. Os dados obtidos constituíram o painel atual, que foram comparados aos dados de uma pesquisa realizada em 2011 (primeiro painel), previamente a disponibilização dos fitoterápicos na rede e a criação da Política Municipal, a qual abordou diversas práticas integrativas e complementares, incluindo a fitoterapia e plantas medicinais. Para análise estatística foi utilizado o teste de Qui-quadrado através do programa SPSS versão 13.0. Foram verificados entre os dois painéis, aumentos significativos relacionados ao uso pessoal da fitoterapia pelos profissionais, bem como o uso da fitoterapia e de preparações de plantas medicinais para suas famílias. Entretanto, a prescrição e a recomendação das práticas não elevaram-se significativamente. Avaliando o painel atual foi verificado que 70,0% dos profissionais não tem formação na área, embora 92,4% a deseje. Ainda verificou-se associação estatística entre a formação dos profissionais e a recomendação das práticas avaliadas, o que não foi observado para a variável prescrição. A implementação da fitoterapia e plantas medicinais no SUS-Recife mostrou-se conhecida por 66,7% dos sujeitos, com apenas 2,6% referindo não desejá-las. O conhecimento de legislação municipal foi relatado apenas por 12,3% dos profissionais e a disponibilidade de fitoterápicos na rede municipal por 45,2% dos participantes. Com os dados obtidos, foi possível concluir que apesar da evolução na implementação da fitoterapia e plantas medicinais no Recife, são necessárias ações para sua consolidação no sistema municipal de saúde, especialmente no que se refere à comunicação e divulgação dos serviços aos profissionais bem como a realização de capacitação e educação permanente na área, de forma a garantir o acesso do usuário a tais práticas.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.language.isobrpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectFitoterapiapt_BR
dc.subjectPlantas medicinaispt_BR
dc.subjectMedicina tradicionalpt_BR
dc.subjectAtenção básica à saúdept_BR
dc.subjectAtenção primária à saúdept_BR
dc.subjectSistema Único de Saúdept_BR
dc.subjectPhytotherapypt_BR
dc.subjectMedicinal plantspt_BR
dc.subjectTraditional medicinept_BR
dc.subjectBasic health carept_BR
dc.subjectPrimary health carept_BR
dc.subjectUnified Health Systempt_BR
dc.titleUtilização de plantas medicinais e fitoterapia na estratégia saúde da família no município de Recife: impacto de ações implementadas sobre a prescrição e recomendaçãopt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.contributor.advisor-coLEAL, Leila Bastos-
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4072000492592590pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1781541984014126pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Ciencias Farmaceuticaspt_BR
dc.description.abstractxThe insertion of medicinal plants in healthcare system have been recommended by WHO due to its wide use by the population, even with access to health services. In Brazil, the creation of the National Policy on Integrative and Complementary Practices and National Policy on Medicinal Plants and Phytotherapy came to legitimize the use of medicinal plants in the National Health System, especially in primary care. In Recife, while implanted ahead of national policies, phytotherapy had in recent years being implemented with new services and with the creation, in 2012, of a municipal policy endorsing the practice. Considering the above, the objective of the study was evaluate the impact on prescription and recommendation of herbal and medicinal plants by the family health strategy after insertion of herbal medicines in SUS-Recife network and the creation of Municipal Policy on Integrative and Complementary Practices. A descriptive cross sectional study and repeated panel study attributes were performed between November and December 2013 with doctors, nurses and dentists from IV District Units Family Health Recife. The data obtained constituted the current panel, which were compared to data from a survey conducted in 2011 (first panel) that addressed several complementary and integrative practices, including herbal and medicinal plants. Statistical analysis included the chi-square using SPSS version 13.0 was used. Between the two panels were observed significant increases related to personal use of phytoterapy by professionals as well as the use of phytoterapy and herbal preparations for their families. However, the prescription and recommendation practices did not increase significantly. Assessing the current panel was found that 70.0% of professionals do not have training in the area although 92.4% want to. Also there was a statistical association between the training of professionals and the recommendation of the practices evaluated, which was not observed for the prescription. The implementation of herbal and medicinal plants in the SUS-Recife proved known of 66.7% of the subjects, with only 2.6% stating not desiring them. Knowledge of municipal legislation was reported by only 12.3% of professionals and availability of herbal medicines in public schools by 45.2% of participants. With the data obtained, was possible to conclude that despite the progress in the implementation of herbal and medicinal plants in Recife, actions are required to be consolidated in the municipal health system, especially with regard to communication and dissemination services for professionals and the conducting of qualification and ongoing education in the area, to ensure user access to such practices.pt_BR
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Ciências Farmacêuticas



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