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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/16939
Título: Gerenciamento de colisões para sistemas WDM solitônicos
Autor(es): SALLES, Luciana Pedrosa
Palavras-chave: Sistemas de transmissão ópticos; WDM; comunicações ópticas; colisão solitônica,; técnica de atraso inicial
Data do documento: 30-Nov-2004
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Resumo: Nesta dissertação apresentamos um novo conceito para otimização de sistemas WDM solitônicos, chamado Gerenciamento de Colisões. Mostramos resultados de simulações com sistemas WDM solitônicos de amplificação discreta de 2 £ 40 Gb/s, operando próximo do zero de dispersão, na banda C de transmissão, sem o uso de gerenciamento de dispersão ou quaisquer outras técnicas já consagradas (como por exemplo filtros ao longo do enlace) de minimização de efeitos físicos prejudiciais ao desempenho do sistema. Após fundamentar e explorar o conceito de Gerenciamento de Colisões, propomos o uso de três técnicas. A primeira trata-se do gerenciamento de colisões incompletas que podem ocorrer no início e no final da transmissão. Para viabilizar este gerenciamento propomos uma técnica que consiste na inserção de um atraso inicial entre pulsos de canais diferentes. Essa técnica, em um sistema otimizado, para condições apropriadas (comprimento de colisão maior que duas vezes o comprimento de amplificação), pode permitir uma melhora no desempenho de sistemas WDM solitônicos, chegando a dobrar o alcance dos mesmos, pois ela elimina a colisão incompleta inicial e, em determinados casos, a final. Outras duas técnicas sugeridas exemplificam que, por meio do gerenciamento das colisões completas, podemos melhorar o desempenho de sistemas WDM solitônicos, otimizando adequadamente o espaçamento entre canais, bem como, o espaçamento entre amplificadores do mesmo. Verificamos que a otimização correta de Sistemas WDM Solitônicos, aliado ao uso adequado do espaçamento entre canais e amplificadores, pode permitir ao sistema um alcance em torno de 1000 km, para uma taxa de erro por bit (BER) de aproximadamente 10¡12, sem o uso da técnica de gerenciamento de colisão incompleta, e em torno de 1600 km, com a utilização da mesma.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/16939
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Engenharia Elétrica

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