Skip navigation
Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/14058

Share on

Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorConti, Luciane De -
dc.contributor.authorPereira, Amanda Carolina Claudino-
dc.date.accessioned2015-05-26T14:59:23Z-
dc.date.available2015-05-26T14:59:23Z-
dc.date.issued2015-02-25-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/14058-
dc.description.abstractO uso abusivo de drogas vem preocupando a sociedade ocidental há muito tempo, no entanto, existem diversas modalidades de uso, que vão do chamado uso recreativo à dependência. Em relação a esta última, o uso do crack tem chamado bastante atenção nos últimos anos, levando o governo federal a estabelecer em 2010 o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas. A dependência é uma modalidade de uso que sobressai à própria vontade do sujeito, modificando o seu comportamento e a maneira de relacionar-se com seus pares. Neste sentido, a mudança no comportamento com o outro, o abandono de vínculos antigos ou a aquisição de novos vínculos podem levar à reconfiguração do self do sujeito. A partir dessas ideias é que este estudo teve por objetivo investigar a continuidade/descontinuidade do self e suas implicações para a compreensão da permanência em (e ruptura com) o uso abusivo do crack pelo usuário. Para atingir esse objetivo, foram realizadas entrevistas com usuários de um CAPSad diagnosticados pela instituição com dependência de crack. A coleta se deu através de Entrevista Narrativa, partindo da frase geradora: Conte-me sobre a sua vida. Realizou-se a análise de dois estudos de caso, cujas narrativas foram delimitadas estruturalmente a partir da teoria de Labov, tendo seus conteúdos indexados e não indexados analisados de acordo com a proposta de Schutze. Os resultados do estudo apontam que o self foi constituído narrativamente pelos sujeitos de pesquisa de acordo com a fase do tratamento em que cada um deles se encontrava. A análise das narrativas demonstrou que houve algumas semelhanças nos atores e nas vozes utilizadas para compor o self destes participantes: 1) Os atores usuário do CAPS, pertencente a uma família, filho e amigável foram utilizados por ambos para encenar os eventos; 2) As vozes trabalhador, usuário de crack, em tratamento, homem de família e ex-usuário de crack constituíram os autores das narrativas; e 3) Ambos os participantes se utilizaram da metáfora da personificação para falar sobre o crack. Porém, também se evidenciou diferenças na configuração do self de cada participante: a voz que desestrutura o self predominante de um, é parte constituinte do self predominante do outro. Isso põe em foco a maneira como cada um dos autores compreende situações aparentemente semelhantes, tecendo um self predominante diferenciado.pt_BR
dc.description.sponsorshipFACEPEpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectNarrativapt_BR
dc.subjectSelf Dialógicopt_BR
dc.subjectUsuários de crackpt_BR
dc.subjectSaúde Coletivapt_BR
dc.titleConstrução narrativa do self por usuários de crack em tratamento / Amanda Carolina Claudino Pereirapt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Psicologia Cognitiva

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
Amanda.pdf1.52 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


This item is protected by original copyright



This item is licensed under a Creative Commons License Creative Commons