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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/13266

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dc.contributor.advisorGrigoletto, Evandra -
dc.contributor.authorSilva, Leonardo Gueiros da-
dc.date.accessioned2015-04-17T12:32:45Z-
dc.date.available2015-04-17T12:32:45Z-
dc.date.issued2014-02-26-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/13266-
dc.description.abstractEste trabalho tem por objetivo analisar os movimentos de silenciamento, em nível discursivo, exercidos pela mídia quando toma como objeto de notícia questões de língua e linguagem. Para tanto, fundamentamos a pesquisa na Análise do Discurso de linha francesa (AD), teoria preconizada pelo filósofo Michel Pêcheux. Pensamos no discurso midiático a partir da inscrição em condições de produção que projetam ao jornalista, sujeito que dá voz a esse discurso, o lugar de autoridade para emitir opiniões acerca de temáticas cuja especificidade não é de seu domínio. Sendo assim, ao tomar a língua como objeto de notícia, produz, em certas circunstâncias, o silenciamento do sujeito que fala a partir do lugar de cientista (o linguista). Observamos que o sujeito-jornalista movimenta-se através de diferentes modalidades de silenciamento, as quais fomentam nossa investigação do fenômeno. Partimos dos conceitos de silêncio e silenciamento com base em Orlandi (2007), para quem o silêncio é condição necessária para o discurso. Isto é, estamos sempre e necessariamente silenciando sentidos com os quais, enquanto sujeitos, não nos identificamos. A partir da reflexão da autora, identificamos no trabalho diferentes modalidades de silenciamento: o silenciamento pelo apagamento, pela autorização e pela desautorização. O corpus de pesquisa é constituído por sequências discursivas coletadas de textos publicados pela grande mídia brasileira num intervalo de dez anos (2002-2012). Os textos submetidos às análises envolvem três acontecimentos veiculados sobre língua: a instauração, sob lei, do Acordo Ortográfico entre os países cuja língua oficial é a portuguesa; a adoção, pelo MEC, em 2009, do livro didático de Língua Portuguesa Por uma vida melhor; e a atitude polêmica da banca de avaliação das redações do ENEM em sua edição de 2012. Constatamos que, embora carregue o respaldo e o teor científico, a voz do sujeito-linguista, quando expõe opiniões sobre língua na grande mídia, não provoca abalos às concepções do senso comum inscritas no discurso midiático. Dessa forma, buscamos desmembrar os processos discursivos que estão em funcionamento quando do silenciamento nessas condições.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectSilenciamentopt_BR
dc.subjectDiscursopt_BR
dc.subjectLínguapt_BR
dc.subjectLinguísticapt_BR
dc.subjectMídiapt_BR
dc.titleOs ecos do silêncio no discurso midiático: quando a língua é objeto de notíciapt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Linguística

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