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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12663

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dc.contributor.advisorALMEIDA-CORTEZ, Jarcilene Silva de
dc.contributor.authorBEZERRA, Jadson Diogo Pereira
dc.date.accessioned2015-03-16T13:30:02Z
dc.date.available2015-03-16T13:30:02Z
dc.date.issued2013-02-20
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12663
dc.description.abstractFungos endofíticos vivem dentro dos tecidos sadios de plantas e podem promover tolerância das espécies hospedeiras para diferentes estresses ambientais. No entanto, a maioria dos estudos tem sido de plantas em ambientes úmidos e são poucos os relatos dos benefícios de tais associações com plantas de ambientes extremos. O objetivo deste trabalho foi analisar a diversidade de fungos endofíticos de Cereus jamacaru em três diferentes áreas de sucessão ecológica da floresta tropical seca brasileira (Caatinga), Paraíba, Brasil. O material vegetal foi coletado e 1215 fragmentos foram estudados em condições assépticas dos quais foram isolados 560 fungos endofíticos distribuídos nas áreas de sucessão ecológica Inicial (206 isolados), Intermediária (206 isolados) e Tardia (149 isolados) e identificados como pertencentes a 59 táxons. Cladosporium cladosporioides e Fusarium oxysporum foram as espécies mais comumente isoladas, seguidas por Acremonium terricola, Aureobasidium pullulans, Trichoderma viride, Chrysonilia sitophila, e Aspergillus flavus. As espécies dos gêneros Boeremia, Candida, Cochliobolus, Guignardia, Pestalotiopsis, Phomopsis, Purpureocillium, Redaellia (= Aspergillus), Sporobolomyces, e Syncephalastrum foram encontradas apenas uma ou duas vezes. O isolamento de Redaellia inicia discussão sobre o gênero e sua sinonímia com Aspergillus. Quarenta e sete espécies são registradas pela primeira vez como fungos endofíticos de cactos, e 18 outras como endófitos para o Brasil. Os valores dos índices de diversidade de Shannon-Wiener e Simpson indicaram a área de sucessão ecológica Tardia como a mais diversa e a mais abundante por uma ou poucas espécies, sendo esta área, segundo a equitabilidade de Pielou, a que possui a maior uniformidade de indivíduos entre as espécies de fungos endofíticos. A maior similaridade, segundo o coeficiente de Sorensen, foi entre as áreas Inicial e Intermediária. Claramente existe uma riqueza de fungos endofíticos associados C. jamacaru na Caatinga. Esta subestimada diversidade microbiana suporta a ideia de que endófitos podem estar envolvidos na proteção de plantas em ambientes extremos, e a maior frequência de fungos endofíticos em áreas de preservação recente (Inicial e Intermediária) sugere que esses microorganismos podem participar ativamente da regeneração de florestas tropicais secas. Este é o primeiro estudo de fungos endofíticos associados com o cacto C. jamacaru na floresta tropical seca brasileira conhecida como Caatinga.pt_BR
dc.description.sponsorshipCNPq, FINEP, FAPEMIG, FACEPE e SISBIOTApt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectFungo endofíticopt_BR
dc.subjectmandacarupt_BR
dc.subjectcactopt_BR
dc.subjectCaatingapt_BR
dc.titleDiversidade de fungos endofíticos de mandacaru (Cereus jamacaru DC., Cactaceae) em áreas sucessionais de Caatingapt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.advisor-coMOTTA, Cristina Maria de Souza
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Biologia de Fungos

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