Skip navigation
Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/11673

Comparte esta pagina

Registro completo de metadatos
Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorCordeiro, Marli Tenório -
dc.contributor.authorMorais, Viviane Martha Santos de-
dc.date.accessioned2015-03-10T14:49:55Z-
dc.date.available2015-03-10T14:49:55Z-
dc.date.issued2013-02-28-
dc.identifier.citationMORAIS, Viviane Martha Santos de. Dosagem da IgA sérica por ELISA de captura para o diagnóstico de dengue. Recife, 2013. 95 f. Dissertação (mestrado) - UFPE, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-graduação em Medicina Tropical, 2013pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/11673-
dc.description.abstractIntrodução: O diagnóstico rápido, simples e preciso para confirmar a infecção pelo vírus dengue (DENV) é uma necessidade real, uma vez que a doença pode se manifestar com um amplo espectro de sinais e sintomas, similares a outros quadros febris agudos. Durante a infecção por dengue se verifica também a produção da imunoglobulina A (IgA) específica, que aumenta ao mesmo tempo que a imunoglobulina M (IgM), permanece positiva por um período de tempo mais curto e se apresenta em níveis mais elevados na infecção secundária. Objetivo: O presente estudo teve como objetivo investigar a presença de IgA no soro durante a infecção primária e secundária (sequencial) pelo DENV. Metodologia: Foram avaliadas amostras de soro por meio do teste imunoenzimático de captura da IgA (AAC-ELISA) in house. Resultados: Avaliou-se um total de 445 amostras de soro, sendo 171 caracterizados como infecção primária e 194 secundária; 40 amostras de indivíduos saudáveis negativos para dengue e 40 de vacinados contra febre amarela. As amostras foram distribuídas em 13 grupos. A positividade da IgA foi de 42,2% (154/365), sendo 27,5% (47/171) na infecção primária e 55,2% (107/194) na secundária. Na infecção secundária, a IgA foi detectada do 2º ao 4º dias de sintomas (grupo 1), antes mesmo da IgM, assim como no grupo 11 no qual a IgM não havia sido detectada (infecção secundária). Na infecção primária o maior valor da sensibilidade foi de 60,0 (36,4 - 80,0) no grupo com 30-35 dias de sintomas e na secundária foi de 87,5% (60,4 – 97,8), grupo com 8 dias de sintomas. A especificidade foi de 100% nas duas infecções (94,3 – 100). Ao aplicar o teste em paralelo para ambas técnicas observou-se um aumento global de 6,6% na sensibilidade do diagnóstico; sendo 2,7% para a infecção primária e de 15,2% para a secundária. A IgA não foi detectada nas amostras dos indivíduos saudáveis, nem nas amostras dos indivíduos recentemente vacinados contra febre amarela. Conclusões: A detecção da IgA demonstrou ser útil como forma de diagnóstico sorológico e em conjunto com a detecção da IgM poderá auxiliar na confirmação de casos agudos de dengue e na interpretação dos resultados de casos inconclusivos, permitindo a adoção de medidas preventivas para evitar a ocorrência de epidemias e ocorrência de casos graves e óbitos.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectDenguept_BR
dc.subjectIgApt_BR
dc.subjectIgMpt_BR
dc.subjectELISApt_BR
dc.subjectInfecção primáriapt_BR
dc.subjectInfecção secundária.pt_BR
dc.titleDosagem da IgA sérica por ELISA de captura para o diagnóstico de denguept_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.advisor-coCoêlho, Maria Rosângela Cunha Duarte -
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Medicina Tropical

Ficheros en este ítem:
Fichero Descripción Tamaño Formato  
Dissertação Viviane Martha de Morais.pdf1.55 MBAdobe PDFVista previa
Visualizar/Abrir


Este ítem está protegido por copyright original



Este ítem está sujeto a una licencia Creative Commons Licencia Creative Commons Creative Commons