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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10937
Título: Viajando pela experiência do FIG – Festival de Inverno de Garanhuns: um estudo sob a perspectiva da Fenomenologia de Maurice Merleau-Ponty
Autor(es): SOUZA JÚNIOR, Jalmir Pinheiro de
Palavras-chave: Experiência de Consumo; Produto Turístico; Fenomenologia da Percepção; Cultura e turismo; Turismo; Percepção; Percepção social; Guias de turismo; Experiência
Data do documento: 14-Fev-2013
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: SOUZA JÚNIOR, Jalmir Pinheiro de. Viajando pela Experiência do FIG - Festival de Inverno de Garanhuns: um estudo sob a perspectiva da fenomenologia de Maurice Merleau-Ponty. Recife, 2013. 149 f. Dissertação (mestrado) - UFPE, Centro de Ciências Sociais Aplicadas, Programa de Pós-graduação em Administração, 2013..
Resumo: O fenômeno experiência de consumo, moderado pelo significado da vivência do produto turístico, é analisado neste estudo a partir da compreensão dos turistas que estiveram no Festival de Inverno de Garanhuns, no estado de Pernambuco. Para isto, os mesmos resgataram experimentações memorizadas pelas respectivas subjetividades. A fenomenologia da percepção, de Merleau-Ponty, propiciou análise existencial da ação do turista a partir de suas relações dialógicas e reflexivas no contexto dos espaços onde a experiência de consumo se realizou. O fenômeno, tanto quanto a metodologia escolhida para estudá-lo, ainda são incipientes nas ciências sociais aplicadas, no que se refere ao comportamento do consumidor. Destarte, a problemática de pesquisa se resume na questão: Considerando os aspectos que compõem um produto turístico, qual o significado para o consumidor de uma experiência de consumo memorável? Pela redução fenomenológica das unidades de significado, temas emergentes foram integrados em categorias universalizantes que revestem o pensamento e a ação do turista: as associações como expectativas; o espaço da vivência e a centralidade do sujeito; a interatividade pela intersubjetividade; e a temporalidade. A interação reflexiva dialógica impulsiona o turista a descobrir o significado que a experiência possui no contexto de sua existência no mundo. Ele se descobre enquanto corpo coexistente num espaço habitado por outros tantos turistas que compartilham ou não da sua percepção em relação aos elementos emocionais emergentes do consumo. Pela intersubjetividade relacional com o outro, com o qual possui vivências anteriores, o sujeito vai construindo, por meio dos entrelaçamentos experiênciais, momentos memoráveis de consumo do produto turístico, quando então imerge num total envolvimento com o mesmo.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10937
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Administração

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