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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorAQUINO, Thiago André Moura de
dc.contributor.authorAGUIAR, Diogo Villas Boas
dc.date.accessioned2015-03-05T17:26:09Z
dc.date.available2015-03-05T17:26:09Z
dc.date.issued2014-01-31
dc.identifier.citationAguiar, Diogo Villas Boas. O paradoxo levinasiano de uma liberdade heteronômica. Recife, 2014.Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Pernambuco. CFCH. Pós-Graduação em Filosofia, 2014.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10815
dc.description.abstractEsta dissertação trata do problema da liberdade tal qual elaborado por Levinas. Desenvolve-se a partir do questionamento sobre a possibilidade da articulação entre liberdade e heteronomia e sustenta-se na tese de que a chave desta articulação reside em dois conceitos: hospitalidade e substituição. Tal tese exige que recorramos basicamente a dois textos: Totalidade e infinito e Outramente que ser – textos nos quais encontramos, respectivamente, os dois conceitos supracitados. Esta escolha determina fundamentalmente a divisão feita em três capítulos. O primeiro, dedicado a Totalidade e infinito, fornecerá os principais traços argumentativos delineados por Levinas na formulação do conceito de liberdade investida e acentuará que a forte oposição entre interioridade e exterioridade influi diretamente na oposição entre liberdade econômica e investida. O conceito de hospitalidade será o recurso responsável por minimizar os impactos de tal oposição. Já o segundo capítulo desempenha uma função mediadora. Como lidamos com dois textos separados por mais de uma década e em que houve uma revisão estrutural da argumentação, esse capítulo fornece o elo necessário para que fique claro o motivo pelo qual essa reformulação se tornou inevitável. No fundo, há uma tese tangencial sustentando a ideia de que, ainda que a formulação do conceito levinasiano de liberdade desemboque na anterioridade da responsabilidade, a arquitetura conceitual que permite a elaboração do conceito de liberdade em Totalidade e infinito diverge radicalmente daquela de Outramente que ser. Assim, abrimos caminho para o terceiro e último capítulo, dedicado a uma análise daquele que, ao lado de Totalidade e infinito, ficou conhecido como um dos textos mais importantes de Levinas: Outramente que ser. Aqui expomos como a reinterpretação da identidade em termos de uma passividade radical e desde sempre perpassada pela alteridade exige a formulação do conceito de liberdade finita. Não mais falamos em hospitalidade. Substituição será a chave da articulação entre liberdade e heteronomia. Por fim, concluímos fornecendo uma interpretação possível para o conceito levinasiano de liberdade.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectliberdadept_BR
dc.subjectheteronomiapt_BR
dc.subjecthospitalidadept_BR
dc.subjectsubstituiçãopt_BR
dc.titleO paradoxo levinasiano de uma liberdade heteronômicapt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Filosofia

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